sexta-feira, 20 de julho de 2018

Helia Marta Filomeno Ikuma (Professora)

Nosso relacionamento com a Profa. Helia Marta Filomeno Ikuma: 




8 DE MARÇO: DIA INTERNACIONAL DA MULHER... Fizemos esta seleção considerando a mãe, a determinação, a garra, a superação, o exemplo, a solidariedade, a artista, a mestra, as profissões inusitadas para uma mulher... A elas, a todas as mulheres colinenses e a todas as Amigas e Seguidoras da nossa Página Colina SP, nosso respeito e parabéns pelo Dia Internacional da Mulher - com Claudia Regina da Costa, Renata Paro, Sueli Sorveteira, Ana Carolina Gomes, Samira Zanolla Zeitum, Anita Schmidek, Elaine Cristina Vitorio, Néia Pereira e Hélia Marta Filomeno Ikuma— com Renata Paro e Hélia Marta Filomeno Ikuma.







A Hélia é Basso, é Filomeno e é Ikuma... 

Ela começou a participar da nossa Página no Facebook em agosto de 2012 e, a partir daí, se tornou imprescindível.  
A Helia é pau pra toda obra. É a ela que recorremos quando precisamos realizar uma tarefa difícil, como pedir sua opinião sobre determinado assunto, fazer o reconhecimento daquelas fotos antigas ou mesmo atuais, quando queremos pesquisar, contatar alguém... 
Foi ela quem primeiro permitiu a publicação de fotos de família na nossa Página Colina SP no Facebook, enviando as fotos da Família Basso e abrindo caminho pra outras famílias fazerem o mesmo. 
É com ela que brincamos e fazemos gozação pois ela tem senso de humor. É dela que levamos chamadas e broncas homéricas, TUDO EM CAPS LOCK. 
A Helia causa admiração pelo seu trabalho social e religioso. 
Tem uma memória que dá raiva, prodigiosa, espantosa e, quando não sabe, principalmente por não ser do nosso tempo, recorre às suas fontes, antes ao Hideo e ao seu Tio Guido Basso, que faleceu aos 96 anos e completamente lúcido e forte.
Já externamos nossa admiração, reconhecimento e agradecimento a ela várias vezes ao longo destes 6 anos de convivência diuturna.

"Sem a tua colaboração inestimável e imprescindível, sem o teu empenho, teus empurrões, tuas broncas e, principalmente, tua memória (que dá raiva) nada disso teria sido possível... Obrigadão por tudo mesmo..."


"Hélia, sem você o blog não existiria... você é parte integrante.... Obrigado pela participação/colaboração e, principalmente, pelos etc... abs..."


"Quem diria que chegaríamos tão longe? Graças a você, à tua colaboração, teu apoio, matérias, fotos (incluindo as fantásticas fotos da Mari), a confiança em nós depositada e, principalmente à tua memória que dá raiva (rs), foi que conseguimos atingir esta meta. Abs."


Helia Marta Filomeno Ikuma enquanto ela declamava a poesia no Coreto de Colina (anos 60)




Uma pequena homenagem para nossa Cidade Carinho: 
De minha autoria, na gestão do prefeito João Ademar Paro. Primeiro lugar do Concurso de poesias. Registrada com foto na Lamounier de Andrade. Recitada no coreto, por mim mesma, ao lado do Prefeito e da D. Guadalupe Ponzo Menezes. Parabéns querida cidade. Aqui nasci, aqui permaneci e floresci. " Devo florescer onde o senhor me plantou" E aconteceu...

Minha querida Colina,
Do Brasil um pedacinho
Foi por isso que lhes deram
O nome Cidade Carinho

Sei que seu tronco é pequeno
mas quero a todos dizer
Que seus galhos são mui fortes
Para sempre engrandecer.

Eu também quero ser grande
E subir num pedestal
Pra dizer que tenho orgulho
De minha terra Natal!



REALIZE UM DESEJO, ACREDITE NUM SONHO, ABRACE O MUNDO, COMEMORE A TUA EXISTÊNCIA, PORQUE O FATO DE VOCÊ EXISTIR TEM QUE SER COMEMORADO. OBRIGADO POR TUDO. GRANDE ABRAÇO, SAÚDE E PAZ... TUDO EM CAPS LOCKS... AINDA VAMOS COMEMORAR OS TEUS 100!!!

Amigos no Facebook desde agosto de 2012Estudou na instituição de ensino Lamounier de AndradeCresceram em Colina


Helia faz parte dos nossos alfarrábios colinenses e lá escrevemos:
Helia Marta Filomeno Ikuma, crítica contundente, conselheira, tem sido nossa maior colaboradora, incansável, juntando fatos, fotos e documentos e sua memória que dá raiva, uma memória irritante, na opinião do pessoal do Facebook.

Fazenda do Governo - colônia




Fotos: Renata Paro, Marcelo de Sa, Jose Angelo Carminati, Studio Mix Osmar Carvalho Junior Mazinho. Dilma Gregorio Ramos, Zé Do Polo

















 
















Comentários no Facebook:
Nestor Oliveira Zenaide Paro Minha mãe quando menina e um pouco da juventude com sua família moraram nesta fazenda, quando ainda era tudo Fazenda Colina. Depois de casada, novamente a família dos meus dois avós moraram aí (1946) mas desta vez somente um ano, pois a outra parte da Fazenda Colina também foi vendida para o governo. Eu fui gestado e vivi sete meses e meio no ventre da minha mãe nesta fazenda, um mês e meio depois eu nasci na Fazenda São Joaquim.
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Colina SP Minha avó também morou aí, Nestor Oliveira Zenaide Paro... dizia que tinha morado no Burrinho. Eu não sabia que a fazenda havia sido vendida em 2 partes... Isso explica como eles moraram aí, sem terem sido funcionários do governo. Deve ter sido fazenda de café...
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Nestor Oliveira Zenaide Paro Colina SP, minha mãe morou também no Burrinho. Olha eu não sei bem a história, o que eu sei é mais ou menos assim: na divisão para as herdeiras a fazenda dividiu-se em duas, logo depois uma foi vendida para om Estado, a outra continuou com o herdeiro Ver mais
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Antonio Sergio Torquato Nestor Oliveira Zenaide Paro - Uma das fazendas o estado pagou a outra enrrolou - Burrinho é um pedacinho da Fazenda do Governo cedido para a prefeitura de Colina nome de uma bomba de água instalada para bombear água para a caixa que fica na estrada de Colina para Monte Azul Paulista morou lá Valdomiro e sua família meus amigos, mateiro, pescador, caçador e corajoso aprendeu comigo😡😡👿👿


Luiz Paulo Dos Reis Até pouco antes de 1960 podiamos ir de jardineira q passava pela faz.Governo e ia até o Monte Belo. Aí ela passava sobre um córrego volumoso cristalino e com enguias. Tbm. era piscoso.
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Colina SP Antonio Sergio Torquato eu não sabia sobre esta jardineira. E que rio era esse?
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Luiz Paulo Dos Reis Havia duas colônias : Fazenda Colina e Fazenda do Governo. Ambas se ligavam por estrada interna. A estrada da Colina de 6 km era, na chegada da colônia, orlada de enormes e antigos Eucalíptos. Fiz muitas vezes a caminhada para ver meus primos.
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Nestor Oliveira Zenaide Paro Essa jardineira fez essa linha até após os anos sessenta. Nos anos sessenta o proprietário e motorista era o Sr. Carlos Paro, o ponto inicial e final desta linha era a Fazenda Figueira. Colina SP, esse córrego que o Luiz Paulo Dos Reis cita, certamente é o córrego apelidado de córrego do José Venâncio, que dizem, hoje, que o nome oficial é Ribeirão das Palmeiras. Naqueles tempos diziam que o Ribeirão das Palmeiras começava mais la em baixo na Fazenda da Onça.
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Marcia Juliani Era a jardineira do Senhor Remijo? Quando morei la minha família me visitava conduzidos por essa jardineira.
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Luiz Paulo Dos Reis Nestor Oliveira Zenaide Paro as águas do Onça ( estrada boiadeira até Bebedouro. Foi muito usada quando asfaltavam a Rodovia) pode ser as mesmas do Zé Venâncio. Da ponte do Onça as águas seguem para a Rodovia.
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