sexta-feira, 20 de maio de 2011

Colinenses nº 53 - O agro risonho - Crônica do Emb Renato Prado Guimarães


0 agro risonho

                   Dos fiscais rurais do Banco do Brasil, de quem se falou na Colinense anterior, há muitas outras estórias deliciosas em www.releituras.com/coisasbb.asp:           
            - Mutuário triste e solitário pelo abandono da mulher não pode produzir.
           - Acho bom o Banco suspender o negócio do cliente para não ter aborrecimentos futuros.
          - Vistoria perigosa. As chuvas pluviais da região inundaram o percurso, que foi todo feito a muito custo.
          - Mutuário faleceu. Viúva continua com o negócio aberto.
          - O contrato permanece na mesma, isto é, faltando fazer as cercas que ainda não ficaram prontas.
          - Foi a vistoria feita a lombo de burro com quase 8 km.
          - A máquina elétrica financiada era toda manual e velha.
          - Financiado executou o trabalho braçalmente e animalmente.
          - O curral todo feito a capricho, bem parecendo um salão de baile a fantasia.
          - Visitamos o açude nos fundos da fazenda e depois de longos e demorados estudos constatamos que o mesmo estava vazio.
         - Os anexos seguem em separado.
         - Era uma ribanceira tão ribanceada que se estivesse chovendo e eu andasse a cavalo e o cavalo escorregasse, adeus fiscal!.
         - Tendo em vista que o mutuário adquiriu aparelhagem para inseminação artificial e que um dos touros holandeses morreu, sugerimos que se fizesse o treinamento de uma pessoa para tal função.
         - Assunto: Cobra. Comunico que faltei ao expediente do dia 14 em virtude de ter sido mordido pela epigrafada.



SOBRE O AUTOR:

Renato Prado Guimarães nasceu em Colina, Estado de São Paulo.
Começou a carreira profissional como jornalista, nas “Folhas” e no “O Estado de S. Paulo”; paralelamente, formou-se na Faculdade de Direito da USP, no Largo de São Francisco.Diplomata desde 1963, foi Secretário de Embaixada em Bruxelas e Bogotá, Chefe do Escritório Comercial do Brasil nos EUA, Cônsul Geral ad interim em Nova York, Ministro-Conselheiro na Embaixada em Washington e Encarregado de Negócios junto aos EUA, ad ínterim.Promovido a
Embaixador em 1987, exerceu aquela função na Venezuela, no Uruguai e na Austrália (cumulativamente, também na Nova Zelândia e em Papua-Nova Guiné). Foi igualmente Cônsul-Geral do Brasil em Frankfurt, na Alemanha, e em Tóquio, no Japão.
No Brasil, foi Chefe da Divisão de Programas de Promoção Comercial, porta-voz do Itamaraty na gestão Olavo Setúbal e Chefe do Gabinete do Ministro Abreu Sodré; fora de Brasília, foi Chefe do Escritório do Ministério das Relações Exteriores em São Paulo – ERESP, que instalou.Aposentou-se em abril de 2.008. Reside atualmente em Colina, sua terra natal, interior de São Paulo, Brasil.






É o autor de “Crônicas do Inesperado”, lançado em outubro de 2.009

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