Houve uma época em que grandes fazendas eram verdadeiras vilas:
contando com armazém de secos e
molhados, bar, sorveteria, açougue, barbearia, farmácia, correio, centro
telefônico, costureira, bordadeira, escola, etc, atendendo a fazenda
propriamente dita e as demais nos arredores... É o caso de São José dos Macacos,
Monte Belo, São Joaquim, Mandaguari e Fazenda do Governo, das que temos
registro. Com estas atividades mais ou menos presentes atendiam os colonos e
fazendeiros da época. Clubes, festas, quermesses, carnaval, bailes de salão,
bocha e futebol faziam parte do lazer daquela época. Nas festas dos Macacos,
havia um sanfoneiro muito bom, o Joaquim Menino, avô do Padre Santana... e
muitas outras histórias...
Benedito Paro, o patriarca da família, adquiriu uma pequena propriedade na Fazenda Estiva em 1896, onde residiu até 1911, quando comprou e desbravou novas terras, fundando a Fazenda Monte Belo
1929- Benedito Paro, bisavô materno de José Mario Tonus e Zenaide Paro Tonus de Oliveira
Chegou ao Brasil em 15 de Março de 1887. Veio como imigrante, acompanhado de sua esposa Luiza Cardini. Primeiramente instalou-se na Fazenda Albertina em Ribeirão Preto, depois foi para a cidade de Pitangueiras e, finalmente, em 1896, adquiriu a Fazenda Estiva e transferiu-se para lá, onde residiu até 1911.
Comprou então uma nova área na região do Monte Belo em Colina. Brilhante lavrador, transformou a nova área adquirida; as matas deram lugar ao cafezal e pastagens.
Benedito Paro: uma das raizes da Fámilia Paro
São seus descendentes:
1 - Antonio Benedito Paro, casado com Eugênia Girardi
2 - Elvira Paro Piai, casada com João Piai
3 - Giacomo Benedito Paro, casado com Itália Marim
4 - Ângelo Paro, casado com Santa Amabili Paro
5 - Catarina Paro, casada com João Polizeli
6 - Ernesto Benedito Paro, casado com Antonia Favaretto
7 - Marina Paro, casada com Pedro Vello
1953- Antonio Benedito Paro e Eugênia Girardi, avós maternos de José Mario Tonus e Zenaide Paro Tonus de Oliveira
Ernesto Benedito Paro - Antonia Favareto e filha
Ernesto Benedito Paro, conhecido como "Caçula"
nasceu em 21/12/1897, na Fazenda Estiva em Colina
Ângelo Paro, nasceu em 05/03/1893 em Ribeirão Preto, filho de Benedito Paro e de Luiza Cardini Paro, italianos de Treviso
1962- família Tonus no Sítio do Monte Belo
1953- Família de Antonio Benedito Paro e Eugênia Girardi
1953- Bodas de Ouro de Antonio Benedito Paro e Eugênia Girardi
Memórias do Monte Belo por Nestor de Oliveira F°...

FAZENDA MONTE BELO - "Bairro Monte Belo"
O início e desbravamento da fazenda Monte Belo se deu no alvorecer do século vinte com a aquisição de uma grande gleba de terras pela família Paro.
O Cel. Luiz Paro (Amábile Vello) construiu sua casa sede da fazenda na margem esquerda do córrego do Monte Belo e seu tio Sr. Benedito Paro (Luiza Cardini) e seu primo Sr. Henrique Paro (Silvia Segantini) construíram as sedes de suas fazendas na margem direita do córrego. Benedito construiu a primeira casa sede de tábuas no ano de 1911 e a segunda de alvenaria no ano de 1924. Em 1915 construiu a escolinha e em 1928 construiu a Igreja. Contribuiu também com 2:500$000 para a construção da Matriz São José de Colina. Em 1954 seus filhos Antonio e Giácomo doaram ao Estado um lote de terra onde o Governo, por intermediação do vereador João Paro, construiu um Grupo Escolar. (Essa família Paro são descendentes de Luigi Paro e Giovanna Gobbo.)
O Sr. Pietro Paro (Luigia Piveta) construiu ao lado direito do riozinho (para distinguir das outras, essa família denominamos Paro do Zelão).
Também o Sr. Pedro Paro (descendente de Giovanni Paro e Giusephina Bernardi) construiu na margem direita (essa família denominamos Paro de Tres Lagoas).
E mais abaixo seguindo o riozinho a família Alves construiu sua sede à margem esquerda do córrego.
O Bairro Monte Belo divisava com as fazendas: Hespanhol, São Braz, Figueira, São José dos Macacos, Consulta, Spechoto, Hugo Borges, Gurita (família Paro, Parão da Gurita).
Todas as fazendas do Bairro Monte Belo cultivavam café, milho, arroz, feijão, amendoim, abóbora, etc...
No Monte belo tinha um bom campo de futebol todo murado com um bom serviço de bar, onde o time local disputava o campeonato amador organizado pela Liga de Barretos. Dois bons campo de Bótia (Bocha), campo de malhas e debaixo das árvores disputavam ferrenhos torneios de truco e outros jogos de baralhos. Um bom armazém (venda) onde vendia quase de tudo o que o lavrador necessitava; inclusive até aplicava-se injeções à quem necessitava em suas enfermidades. Tinha uma barbearia sempre com bons barbeiros como o Sr Domingos Torelli, o Osvaldo Moretti, Leonildo Panhossi e outros.
Um Grupo Escolar que atendia, além de todas as crianças do Bairro na idade escolar, as crianças de todas as fazendas circunvizinhas ao Monte Belo. Este estabelecimento escolar serviu também por vários anos como sala de cinema, onde todos os sábados à noite rodavam filmes de longa metragens e seriados. Quem doara este projetor cinematográfico foi o Sr. Henrique Paro.
Uma Igreja muito bonita com Missas freqüentes, nessa Igreja tinha a Congregação Mariana, o Apostolado da Oração e a Côrte de São José, uma boa catequese da Primeira Comunhão ministrada por bons catequistas, onde destaco o Sr Antonio Benedito Paro e sua filha Lúcia Paro. A noite tinha a récita do Terço, devoção popular muito participativa pela comunidade, inclusive as crianças, onde moços e moças apos a reza aproveitavam para os encontros e namoros no caminho de volta até a casa da namorada. A meninada voltavam brincando e os adultos casados voltavam contando causos e falando das lavouras.
Todo ano uma Imagem de Nossa Senhora de Fátima peregrinava em todas as casas do Monte Belo, eram três a quatro meses para completar o percurso das casas. Para receber a santinha as famílias preparavam bem as salas, enfeitavam os altares, usavam flores naturais, faziam flores de papeis, enfeitavam a imagem da santa com arcos de flores de papel crepom, serviam chás, café, bolinhos, bolachas. Era muito bonita a religiosidade e a educação daquela gente. Tinha as Folias de Reis, que, ao mesmo tempo, era oração e festejo para o povo.
De frente com a Igreja tinha uma grande figueira e ali tinha um coreto, um bar, uma cozinha para fritos e cozidos e fornos para assados. Era debaixo desta bela árvore que todos os anos nos dias 7 e 8 de setembro realizava-se a grande festa, a quermesse da Igreja, era uma das festas mais famosas do município de Colina, vinha gente de toda redondeza de Colina, e até de Barretos e Severínia.
Cada colônia do bairro tinha um campinho onde os meninos formavam seus times particulares e disputavam partidas de futebol entre as várias colônias do Bairro. No riacho tinha vários poços onde os rapazes e criançada nadavam. Também tinha muitos peixes naquele rio onde pescávamos com anzol e com peneira. Nos pastos e mangueirões tinha muitas árvores onde a molecadas brincava e pulava de galho em galho. Caçávamos de estilingue e armávamos arapuca no brejo e na palhada para pegar saracuras, pombas, rolinhas, codornas e nhambus. Pulávamos amarelinha e subíamos em pau-de-sebo. À noite no pasto brincávamos de pega, balança caixão, rabo da raposa, e corríamos atrás de vaga-lume. No claro da porta da sala no terreiro, brincava de claro-e-escuro, brincava de cobra-cega e passar anel. Jogávamos tômbola, filipe de café, bolinha de vidro, trilha de encantoar, trilha dos nove, trilha da onça, rodava pião, rodava arquinho. Nas festas juninas tinha grandes fogueiras, muita reza, chás e anizete. Muitas bombinhas, foguetinhos e busca-pés, e malhação no juda.
Em frente a colônia do Henrique Paro tinha uma grande árvore onde à noite os homens se reuniam para contar causos e piadas. Nessas rodas de conversas a molecada era excluída, ficavam correndo e brincando pelo gramado do pasto, mas como moleque é arteiro viviam correndo em volta da árvore só para escutar as piadas que os homens contavam. Alias, todas as colônias tinham um ponto para a roda de conversas, citei este como exemplo.
Os pontos de encontro do povo em geral do bairro, e circunvizinhos, eram: no armazém, na Igreja e no campo de futebol.
Então por tudo isso este lugarejo foi denominado Bairro Monte Belo.
03 de agosto de 2011/ Nestor de Oliveira Filho
A Igreja de N. S. AparecidaO Sr. Pietro Paro (Luigia Piveta) construiu ao lado direito do riozinho (para distinguir das outras, essa família denominamos Paro do Zelão).
Também o Sr. Pedro Paro (descendente de Giovanni Paro e Giusephina Bernardi) construiu na margem direita (essa família denominamos Paro de Tres Lagoas).
E mais abaixo seguindo o riozinho a família Alves construiu sua sede à margem esquerda do córrego.
O Bairro Monte Belo divisava com as fazendas: Hespanhol, São Braz, Figueira, São José dos Macacos, Consulta, Spechoto, Hugo Borges, Gurita (família Paro, Parão da Gurita).
Todas as fazendas do Bairro Monte Belo cultivavam café, milho, arroz, feijão, amendoim, abóbora, etc...
No Monte belo tinha um bom campo de futebol todo murado com um bom serviço de bar, onde o time local disputava o campeonato amador organizado pela Liga de Barretos. Dois bons campo de Bótia (Bocha), campo de malhas e debaixo das árvores disputavam ferrenhos torneios de truco e outros jogos de baralhos. Um bom armazém (venda) onde vendia quase de tudo o que o lavrador necessitava; inclusive até aplicava-se injeções à quem necessitava em suas enfermidades. Tinha uma barbearia sempre com bons barbeiros como o Sr Domingos Torelli, o Osvaldo Moretti, Leonildo Panhossi e outros.
Um Grupo Escolar que atendia, além de todas as crianças do Bairro na idade escolar, as crianças de todas as fazendas circunvizinhas ao Monte Belo. Este estabelecimento escolar serviu também por vários anos como sala de cinema, onde todos os sábados à noite rodavam filmes de longa metragens e seriados. Quem doara este projetor cinematográfico foi o Sr. Henrique Paro.
Uma Igreja muito bonita com Missas freqüentes, nessa Igreja tinha a Congregação Mariana, o Apostolado da Oração e a Côrte de São José, uma boa catequese da Primeira Comunhão ministrada por bons catequistas, onde destaco o Sr Antonio Benedito Paro e sua filha Lúcia Paro. A noite tinha a récita do Terço, devoção popular muito participativa pela comunidade, inclusive as crianças, onde moços e moças apos a reza aproveitavam para os encontros e namoros no caminho de volta até a casa da namorada. A meninada voltavam brincando e os adultos casados voltavam contando causos e falando das lavouras.
Todo ano uma Imagem de Nossa Senhora de Fátima peregrinava em todas as casas do Monte Belo, eram três a quatro meses para completar o percurso das casas. Para receber a santinha as famílias preparavam bem as salas, enfeitavam os altares, usavam flores naturais, faziam flores de papeis, enfeitavam a imagem da santa com arcos de flores de papel crepom, serviam chás, café, bolinhos, bolachas. Era muito bonita a religiosidade e a educação daquela gente. Tinha as Folias de Reis, que, ao mesmo tempo, era oração e festejo para o povo.
De frente com a Igreja tinha uma grande figueira e ali tinha um coreto, um bar, uma cozinha para fritos e cozidos e fornos para assados. Era debaixo desta bela árvore que todos os anos nos dias 7 e 8 de setembro realizava-se a grande festa, a quermesse da Igreja, era uma das festas mais famosas do município de Colina, vinha gente de toda redondeza de Colina, e até de Barretos e Severínia.
Cada colônia do bairro tinha um campinho onde os meninos formavam seus times particulares e disputavam partidas de futebol entre as várias colônias do Bairro. No riacho tinha vários poços onde os rapazes e criançada nadavam. Também tinha muitos peixes naquele rio onde pescávamos com anzol e com peneira. Nos pastos e mangueirões tinha muitas árvores onde a molecadas brincava e pulava de galho em galho. Caçávamos de estilingue e armávamos arapuca no brejo e na palhada para pegar saracuras, pombas, rolinhas, codornas e nhambus. Pulávamos amarelinha e subíamos em pau-de-sebo. À noite no pasto brincávamos de pega, balança caixão, rabo da raposa, e corríamos atrás de vaga-lume. No claro da porta da sala no terreiro, brincava de claro-e-escuro, brincava de cobra-cega e passar anel. Jogávamos tômbola, filipe de café, bolinha de vidro, trilha de encantoar, trilha dos nove, trilha da onça, rodava pião, rodava arquinho. Nas festas juninas tinha grandes fogueiras, muita reza, chás e anizete. Muitas bombinhas, foguetinhos e busca-pés, e malhação no juda.
Em frente a colônia do Henrique Paro tinha uma grande árvore onde à noite os homens se reuniam para contar causos e piadas. Nessas rodas de conversas a molecada era excluída, ficavam correndo e brincando pelo gramado do pasto, mas como moleque é arteiro viviam correndo em volta da árvore só para escutar as piadas que os homens contavam. Alias, todas as colônias tinham um ponto para a roda de conversas, citei este como exemplo.
Os pontos de encontro do povo em geral do bairro, e circunvizinhos, eram: no armazém, na Igreja e no campo de futebol.
Então por tudo isso este lugarejo foi denominado Bairro Monte Belo.
03 de agosto de 2011/ Nestor de Oliveira Filho
da autoria de Nestor de Oliveira F°
Capela N. S. da Conceição Aparecida de Monte Belo
Monte Belo, os pés de chorão em frente à Igreja - 1962
foto cedida por Nestor de Oliveira F°
Igreja de N. S. da Conceição Aparecida - hoje e em 1962 - Todos os anos a Igreja de Monte Belo ganhava alguns bezerros e garrotes dos fazendeiros da região para serem leiloados na quermesse, e o leiloeiro sempre era o Zanete, que aparece numa das fotos do fubebol, abaixo.
Marinisa Paro, Paulo Ricardo Paro, Nilza Spechoto Paro
Monte Belo - 2010
foto de autoria de Nestor de Oliveira F°
2014 - por Renata Paro:

foto de Marilena Paro
foto de Marinisa Paro
Família Paro (ao lado da Igreja do Monte Belo),
identificados por Eleutério Paro
da esquerda para a direita:
1: ? / 2: Giácomo Paro / 3: Benedito Paro /
4: Padre Jaime Garzaro / 5: ? / 6: Luiza Cardini (não tem certeza) / 7: Ângelo Paro / 8: Ernesto Benedito Paro / 9: Antonio Benedito Paro
Pe. Jaime rezou a primeira missa quando da
inauguração da Igreja do Monte Belo, em 15 de dezembro de 1926
Antonio Paro - Pe. Geraldo Maria de Oliveira - João Paro - 1954 - foi com esse missionário e nessa data que eu NOF fiz a primeira comunhão
1960- Congregação Mariana do Monte Belo
Festa de N. S. Aparecida - outubro/2011
Festa de N. S. Aparecida - 12/10/2011
Fotos de Antonio Paulo Paro e do site da Paróquia da Colina - http://www.saojose-missionarios.com
Nestor de Oliveira F° / Marinisa Paro Badessa /Isabel Cháboli Paro
1958: Rosane Paro Webber Cauduro
em frente à Igreja do Monte Belo
LUIS ERNESTO PARO - HELENA E FILHOS...
FAZ MONTE BELO
FAZ MONTE BELO
FAZ MONTE BELO
Nestor Oliveira Zenaide Paro: casa do vovô Paro e da Capela de Monte Belo. Essa pintura é do ano de 1987, feita através das fotos que minha cunhada tirou. Foi pintada em tela por um pintor carioca... Todas as vezes que vou no Rio eu paro em frente a essas telas e fico contemplando e meditando sobre essas paisagens, nessa vez eu fiquei mais de meia hora em frente delas relembrando como fui feliz nesse lugar. Esses dois prédios tem um significado muito grande na minha vida.
Fazenda Monte Belo - Antonio Benedito Paro e o antigo campo de futebol
colônia das fazendas de Antonio e Giácomo Paro, 1957
bar, forno e churrasqueira das antigas quermesses dos anos 50
2001- José Mario Tonus na casa do sítio que era de seu pai, Guerino Tonus
Monte Belo - casa Fazenda Henrique Paro
foto cedida por Nestor de Oliveira F°

Ao lado dessa casa tinha uma outra de madeira onde nasceu Zenaide Paro Tonus na década de cinquenta.
Nesta casa quando construida morou por décadas o Sr Humberto Camolez. Waldomiro 'Paro' Camolez nasceu neste sítio e seu filho (José Roberto Camolez), que é sobrinho do Nestor de Oliveira F°, nasceu nesta casa em 1961
Monte Belo - canavial e seringal da fazenda de Antonio Paro Filho (Toniquinho).
Em 1915, Benedito Paro construiu uma escola na fazenda para seus filhos e os filhos dos colonos, tendo contratado uma professora particular.
primeira escolinha da Fazenda, 1937 - Profa. D. Margarida Boller Souza Paro (nora de Giácomo Paro) e seus alunos
Grupo Escolar do Monte Belo - D. Ercília do Nascimento Paro e alunos
Formandos do Grupo Escolar no ano de 1957:
1) Antonio José Alves, 2) Nestor de Oliveira Filho, 3) José Mário Tonus, 4) , 5) , 6) , 7) , 8) , 9) Agenor Damascena, 10) Ismênia Damascena, 11) Rosa Maria Paro, 12) Luzia Hespanhol
Foto dos arquivos da Marilda Regina Paro
1) Antonio José Alves, 2) Nestor de Oliveira Filho, 3) José Mário Tonus, 4) , 5) , 6) , 7) , 8) , 9) Agenor Damascena, 10) Ismênia Damascena, 11) Rosa Maria Paro, 12) Luzia Hespanhol
Foto dos arquivos da Marilda Regina Paro
arquivo pessoal de Hortência Favaretto Paro
No ano de 1915 o Sr. Benedito Paro construiu em sua fazenda uma escola e contratou por sua conta uma professora para dar aulas aos filhos dos colonos. O primeiro prédio da Escola foi de madeira. Anos mais tarde construiu outro de tijolos e, em 1953, seus filhos Antonio e Giácomo doaram uma gleba de terra ao Estado e por intermédio de seu neto João Paro "Piquira" o Estado construiu o Grupo Escolar que foi inaugurado em 1954. Essa Escola foi fundada por Benedito Paro. Uma das alunas é Hortência Favaretto Paro
No ano de 1915 o Sr. Benedito Paro construiu em sua fazenda uma escola e contratou por sua conta uma professora para dar aulas aos filhos dos colonos. O primeiro prédio da Escola foi de madeira. Anos mais tarde construiu outro de tijolos e, em 1953, seus filhos Antonio e Giácomo doaram uma gleba de terra ao Estado e por intermédio de seu neto João Paro "Piquira" o Estado construiu o Grupo Escolar que foi inaugurado em 1954. Essa Escola foi fundada por Benedito Paro. Uma das alunas é Hortência Favaretto Paro
Grupo Escolar de Monte Belo - Antonia, Vera Paro, Maria Conceição, Zenaide Paro Tonus, Maria Eugênia Paro, Maria Frauzina, Nadir Cestari, Maria Aparecida Conte
Grupo Escolar de Monte Belo - primeira filha ajoelhados o 1 é José Antonio Tonus, 2 José Crepaldi, 3 Antonio José Paro, 7 Aldenir Paro, 8 Lídia de Oliveira, 9 Maria Aparecida Fogalli, o senhor atrás das meninas e do lado direito da professora é o Diretor Sr. Nivaldo de Paula Souza
Festão debaixo da Figueira da Fazenda Monte belo
(Rosane Paro Calil)
FESTA DO CASAMENTO DA ANA MARIA PARO, FILHA DO ARMANDO PARO E LUIZINHA PARO- FILHA DO TIO ERNESTO BENEDITO PARO
Ana Maria Paro Ricardo: foi no dia 12 de maio de 1973. Foi uma festa muito bonita, pena que estava muito frio, nossa turma aproveitou muito.
Hoje aqui funciona a Comunidade Terapêutica Terra Santa
Antigo rádio da Fazenda
Antigo órgão da Capela de Monte Belo
fogão a lenha, Monte Belo - Valdemar Vello
Cachaça Piraporanga tipo exportação - Monte Belo/Cachoeira
1956 - neste documento esta estipulado que o empregado cuidaria de 5054 cafeeiros.
Que o empregador forneceria gratuitamente ao empregado:
- meios de transporte para ele, sua família e bagagens da estação mais próxima até a fazenda
- casa de moradia recentemente caiada e preenchendo as condições higiênicas indispensáveis à vida rural
- pasto para grandes animais na proporção da empreitada do empregado e sua família
- terras para o plantio de mantimentos fora do cafezal proporcionalmente aos números de 2 alqueires (1) a cada 8000 pés de que trata o empregado e sua família.
- terreno para o plantio de hortaliças e pequena criação junto à casa de moradia
O empregado (mediante os salários adiante estipulados) obriga-se:
a) a conservar o cafezal a seu cargo sempre no limpo, dando para isso o número de carpas necessárias.
b) a cuidar assiduamente das desbrotas.
Que o empregador forneceria gratuitame
- meios de transporte para ele, sua família e bagagens da estação mais próxima até a fazenda
- casa de moradia recentemen
- pasto para grandes animais na proporção da empreitada do empregado e sua família
- terras para o plantio de mantimento
- terreno para o plantio de hortaliças e pequena criação junto à casa de moradia
O empregado (mediante os salários adiante estipulado
a) a conservar o cafezal a seu cargo sempre no limpo, dando para isso o número de carpas necessária
b) a cuidar assiduamen
1932
Em pé: 3 João Henrique Paro,
Agachados: 2 Armandão Paro, 3 Américo Paro, 4 Emílio Paro, 5 João Pedro Paro, deitado Chico Martins
foto dos arquivos de Cláudio Paro
Em pé: 3 João Henrique Paro,
Agachados: 2 Armandão Paro, 3 Américo Paro, 4 Emílio Paro, 5 João Pedro Paro, deitado Chico Martins
foto dos arquivos de Cláudio Paro
Foto dos arquivos de Emílio Paro - anos 1940 - Em pé: Santo Paro, José Conte, João Pedro Paro, Pedro Carioca, ?,
Agachados: Antonio Zari, João Alves, Pedro Paro Filho, José Antonio Paro, Zequinha menino, deitado Alonso Paro
Agachados: Antonio Zari, João Alves, Pedro Paro Filho, José Antonio Paro, Zequinha menino, deitado Alonso Paro
Jogo na Fazenda Capituva
Juiz, 2 Antenor Alves, 3 Moacir Favaretto, 4 Amilcar Vickini, 5 Joanim Meneguello, 6 Aimar Paro, 7 Antonio Paro Filho, Agachados: 1 Olimpio Paro, 2 Aurelinho Paro, 3 Eleutério Paro, 4 João Ernesto Paro, 5 Tarzã, 6 Ernesto Tonelli, proprietário da fazenda Capituva.
Juiz, 2 Antenor Alves, 3 Moacir Favaretto, 4 Amilcar Vickini, 5 Joanim Meneguello
Foto dos arquivos de Cláudio Paro - Futebol Monte Belo - Em pé José Antonio Paro (Bepim)- Antonio Paro Filho (Tuniquinho) - Joanim Meneguello- Lupércio Luiz Paro (caminhão)- Alonso Paro- Antenor Alves Moreira- Palmiro Paro - Joanim Malpica - Ismael Martins - Mário Martins- Aurelinho Paro- Eleutério Paro- Antonio (Toni) Malpica - Durvalino Guidolim
Equipe de Futebol Veteranos do Colina Atlético: Zanete, José Carlos Destri, Dego, Adelino Basso, Antonio Daher, Salomão Cury, Antonio Alves Garcia, Aymar Paro, Pedrinho Palmieri, Cury
Agachados: Felício Látaro, Nego Abdala, Moacir Vizzoto, Piquira, Mário de Felício, ?, Chico Tornelli
Todos os anos a Igreja de Monte Belo ganhava alguns bezerros e garrotes dos fazendeiros da região para serem leiloados na quermesse, e o leiloeiro sempre era o Zanete
Agachados: Felício Látaro, Nego Abdala, Moacir Vizzoto, Piquira, Mário de Felício, ?, Chico Tornelli
Todos os anos a Igreja de Monte Belo ganhava alguns bezerros e garrotes dos fazendeiro
Futebol Monte Belo 1953, Em pé, João Colombo, Lupércio (Caminhão), Alonso, Tonico, João Benedito, Alfredo, Antonio Marini (de chapéu), Antonio Neném Paro, Afonso Malpica, Eleutério, Ismael Martins e João Ernesto Paro.
Foto dos arquivos de Eleutério Paro
Foto dos arquivos de Eleutério Paro
Em pé: Tonico, João Benedito, Adalto, Armandão, Caminhão, João Colombo, Agachados: Neném, Afonso, Piquira, João do Ernesto e Otávio Marin
Monte Belo 1950.
Em pé esq. p/ dir. João Fogali, João Batista Paro, João Toreli, Eleutério Paro, João Malosti, Olívio Lavezzo, José Toreli e Mário Conti. Agachados esq p/ dir. Benoni Buzetto, José Morelli, Arcísio Veckini, Olindo polizelli, Henrique Sperque.
foto cedida por Nestor/Zenaide Paro Tonus de Oliveira F°
Em pé esq. p/ dir. João Fogali, João Batista Paro, João Toreli, Eleutério Paro, João Malosti, Olívio Lavezzo, José Toreli e Mário Conti. Agachados esq p/ dir. Benoni Buzetto, José Morelli, Arcísio Veckini, Olindo polizelli, Henrique Sperque.
foto cedida por Nestor/Zenaide Paro Tonus de Oliveira F°
futebol, 1952 - Valdemar Vello
Zezito Simões, João Henrique Paro, Dego Somaio, Romano Girardi, Marino Sapateiro, Pedro Paro, Shimidt Ivamoto, Zaidem, Benedito Abdala, Aurélio Paro, Ismael Martins, Eleutério Paro, Alfredo Malpica, Charutinho e Nique
Zezito Simões, João Henrique Paro, Dego Somaio, Romano Girardi, Marino Sapateiro, Pedro Paro, Shimidt Ivamoto, Zaidem, Benedito Abdala, Aurélio Paro, Ismael Martins, Eleutério Paro, Alfredo Malpica, Charutinho e Nique
Nestor Ezequiel e Viviane F. Sperque - ao fundo, à esquerda, se vê a Igreja do Monte Belo
Procissão e Missa 12/outubro/2011
Fonte: Site da Paróquia de Colina:
fotos de Pedro Paulo Paro
Nestor de Oliveira F° / Marinisa Paro
Badessa / Isabel Cháboli Paro
Altar da Igreja de Monte Belo 12/10/2011
E tem mais sobre o Monte Belo...
os livros, também disponíveis nos links abaixo:
Família Tonus e sua história, por José Mario Tonus
No filme sobre Colina, há uma parte sobre o Monte Belo
versão José Mario Tonus
Filme Monte Belo, de Nestor de Oliveira F°
Família Paro do Monte Belo, por José Mario Tonus
Boi Soberano
e tem ainda mais, clique nos links:
Monte Belo, Colina - Valdemar Vello (PICASA)
Blog Colina SP do Nestor de Oliveira F°
Livro Família Paro:
https://sites.google.com/site/familiaparoparte1/
https://sites.google.com/site/familiaparoparte2/
Livro Família Paro:
https://sites.google.com/site/familiaparoparte1/
https://sites.google.com/site/familiaparoparte2/
nos blogs e albuns cujos links estão na coluna da direita: blogs, sites e albuns sobre Colina...
Esta postagem é mérito do Valdemar Vello, do José Mario Tonus, do Nestor/Zenaide Paro Tonus-de Oliveira F°, juntamente com seus sobrinhos Luiz e Henrique, que cederam as fotos e as valiosas informações sobre o bairro do Monte Belo.
da família Paro houve 3 prefeitos:
João Adhemar Paro, nasceu no bairro Monte Belo, no municipio de Colina o dia 22/12/1933 filho de João Pedro Paro e Maria Paro, teve participação ativa no Rotary Club e foi Prefeito Municipal de 02/01/1964 a 02/02/1969 e em duas outras oportunidades: 11/07/1966 a 10/08/1966, e de 02/01/1968 a 30/11/1968.

João Paro, filho de Antonio Paro e Eugênia Girardi Paro, nasceu em 14/12/1923, e recebeu esse nome em homenagem ao seu irmão que morreu aos 16 anos em Gênova, na Itália em 1904. Tornou-se Prefeito de Colina no periodo de 03/01/1960 a 01/01/1964 e assumiu a prefeitura em mais duas oportunidades: de 05/01/1962 a 19/01/1962 e de 03/09/1962 a 02/10/1962.

João Paro, filho de Antonio Paro e Eugênia Girardi Paro, nasceu em 14/12/1923
João Henrique Paro Jr. (23/mar/2000 a 31/dez/2000)
Se for possível, no cabeçalho desta página, O Monte Belo, acrescente: juntamente com seus sobrinhos Luiz e Henrique.
ResponderExcluirAlém dos quato prefeitos Paro, também o Sr. João Henrique Paro (pai) quando vereador e presidente da Câmara exerceu interinamente o cargo de prefeito na ausencia de seu titular por motivo de viagem.
ResponderExcluirMuitas saudades !!
ResponderExcluirCoisa do outro mundo.Lindo demais. PARABÉNS Nestor. Quem recorda; isto é, vive de novo porque traz no coração. Lindo lindo demais. Obrigada pelo lindo presente pra todas as famílias! !!!
ResponderExcluirEditor, por favor, corrija descrição que está entre duas fotos de João Paro, essas fotos são a anti-penúltima e a penúltima do artigo postado. a descrição correta é esta "João Paro, filho de Antônio Paro e Eugênia Girardi Paro, nasceu em 16/11/1923, recebeu este nome em homenagem a seu irmão que faleceu aos 16 anos, em Colina. Foi prefeito de Colina, no período de 03/01/1960 a 31/12/1963, sendo eleito vereador para dois novos períodos.
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