quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Monte Belo

Houve uma época em que grandes fazendas eram verdadeiras vilas:

 contando com armazém de secos e molhados, bar, sorveteria, açougue, barbearia, farmácia, correio, centro telefônico, costureira, bordadeira, escola, etc, atendendo a fazenda propriamente dita e as demais nos arredores... É o caso de São José dos Macacos, Monte Belo, São Joaquim, Mandaguari e Fazenda do Governo, das que temos registro. Com estas atividades mais ou menos presentes atendiam os colonos e fazendeiros da época. Clubes, festas, quermesses, carnaval, bailes de salão, bocha e futebol faziam parte do lazer daquela época. Nas festas dos Macacos, havia um sanfoneiro muito bom, o Joaquim Menino, avô do Padre Santana... e muitas outras histórias...

Benedito Paro, o patriarca da família, adquiriu uma pequena propriedade na Fazenda Estiva em 1896, onde residiu até 1911, quando comprou e desbravou novas terras, fundando a Fazenda Monte Belo


 1929- Benedito Paro, bisavô materno de José Mario Tonus e Zenaide Paro Tonus de Oliveira

 Chegou ao Brasil em 15 de Março de 1887. Veio como imigrante, acompanhado de sua esposa Luiza Cardini. Primeiramente instalou-se na Fazenda Albertina em Ribeirão Preto, depois foi para a cidade de Pitangueiras e, finalmente, em 1896, adquiriu a Fazenda Estiva e transferiu-se para lá, onde residiu até 1911.
Comprou então uma nova área na região do Monte Belo em Colina. Brilhante lavrador, transformou a nova área adquirida; as matas deram lugar ao cafezal e pastagens.


Benedito Paro: uma das raizes da Fámilia Paro
São seus descendentes:
1 - Antonio Benedito Paro, casado com Eugênia Girardi
2 - Elvira Paro Piai, casada com João Piai
3 - Giacomo Benedito Paro, casado com Itália Marim
4 - Ângelo Paro, casado com Santa Amabili Paro
5 - Catarina Paro, casada com João Polizeli
6 - Ernesto Benedito Paro, casado com Antonia Favaretto
7 - Marina Paro, casada com Pedro Vello

 1953- Antonio Benedito Paro e Eugênia Girardi, avós maternos de José Mario Tonus e Zenaide Paro Tonus de Oliveira


Ernesto Benedito Paro - Antonia Favareto e filha





 Ernesto Benedito Paro, conhecido como "Caçula"
nasceu em 21/12/1897, na Fazenda Estiva em Colina

 Ângelo Paro, nasceu em 05/03/1893 em Ribeirão Preto, filho de Benedito Paro e de Luiza Cardini Paro, italianos de Treviso


 1962- família Tonus no Sítio do Monte Belo



 1953- Família de Antonio Benedito Paro e Eugênia Girardi

 1953- Bodas de Ouro de Antonio Benedito Paro e Eugênia Girardi



Memórias do Monte Belo por Nestor de Oliveira F°...

FAZENDA MONTE BELO - "Bairro Monte Belo"
O início e desbravamento da fazenda Monte Belo se deu no alvorecer do século vinte com a aquisição de uma grande gleba de terras pela família Paro.
O Cel. Luiz Paro (Amábile Vello) construiu sua casa sede da fazenda na margem esquerda do córrego do Monte Belo e seu tio Sr. Benedito Paro (Luiza Cardini) e seu primo Sr. Henrique Paro (Silvia Segantini) construíram as sedes de suas fazendas na margem direita do córrego. Benedito construiu a primeira casa sede de tábuas no ano de 1911 e a segunda de alvenaria no ano de 1924. Em 1915 construiu a escolinha e em 1928 construiu a Igreja. Contribuiu também com 2:500$000 para a construção da Matriz São José de Colina. Em 1954 seus filhos Antonio e Giácomo doaram ao Estado um lote de terra onde o Governo, por intermediação do vereador João Paro, construiu um Grupo Escolar. (Essa família Paro são descendentes de Luigi Paro e Giovanna Gobbo.)
O Sr. Pietro Paro (Luigia Piveta) construiu ao lado direito do riozinho (para distinguir das outras, essa família denominamos Paro do Zelão).
Também o Sr. Pedro Paro (descendente de Giovanni Paro e Giusephina Bernardi) construiu na margem direita (essa família denominamos Paro de Tres Lagoas).
E mais abaixo seguindo o riozinho a família Alves construiu sua sede à margem esquerda do córrego.
O Bairro Monte Belo divisava com as fazendas: Hespanhol, São Braz, Figueira, São José dos Macacos, Consulta, Spechoto, Hugo Borges, Gurita (família Paro, Parão da Gurita).
Todas as fazendas do Bairro Monte Belo cultivavam café, milho, arroz, feijão, amendoim, abóbora, etc...
No Monte belo tinha um bom campo de futebol todo murado com um bom serviço de bar, onde o time local disputava o campeonato amador organizado pela Liga de Barretos. Dois bons campo de Bótia (Bocha), campo de malhas e debaixo das árvores disputavam ferrenhos torneios de truco e outros jogos de baralhos. Um bom armazém (venda) onde vendia quase de tudo o que o lavrador necessitava; inclusive até aplicava-se injeções à quem necessitava em suas enfermidades. Tinha uma barbearia sempre com bons barbeiros como o Sr Domingos Torelli, o Osvaldo Moretti, Leonildo Panhossi e outros.
Um Grupo Escolar que atendia, além de todas as crianças do Bairro na idade escolar, as crianças de todas as fazendas circunvizinhas ao Monte Belo. Este estabelecimento escolar serviu também por vários anos como sala de cinema, onde todos os sábados à noite rodavam filmes de longa metragens e seriados. Quem doara este projetor cinematográfico foi o Sr. Henrique Paro.
Uma Igreja muito bonita com Missas freqüentes, nessa Igreja tinha a Congregação Mariana, o Apostolado da Oração e a Côrte de São José, uma boa catequese da Primeira Comunhão ministrada por bons catequistas, onde destaco o Sr Antonio Benedito Paro e sua filha Lúcia Paro. A noite tinha a récita do Terço, devoção popular muito participativa pela comunidade, inclusive as crianças, onde moços e moças apos a reza aproveitavam para os encontros e namoros no caminho de volta até a casa da namorada. A meninada voltavam brincando e os adultos casados voltavam contando causos e falando das lavouras.
Todo ano uma Imagem de Nossa Senhora de Fátima peregrinava em todas as casas do Monte Belo, eram três a quatro meses para completar o percurso das casas. Para receber a santinha as famílias preparavam bem as salas, enfeitavam os altares, usavam flores naturais, faziam flores de papeis, enfeitavam a imagem da santa com arcos de flores de papel crepom, serviam chás, café, bolinhos, bolachas. Era muito bonita a religiosidade e a educação daquela gente. Tinha as Folias de Reis, que, ao mesmo tempo, era oração e festejo para o povo.
De frente com a Igreja tinha uma grande figueira e ali tinha um coreto, um bar, uma cozinha para fritos e cozidos e fornos para assados. Era debaixo desta bela árvore que todos os anos nos dias 7 e 8 de setembro realizava-se a grande festa, a quermesse da Igreja, era uma das festas mais famosas do município de Colina, vinha gente de toda redondeza de Colina, e até de Barretos e Severínia.
Cada colônia do bairro tinha um campinho onde os meninos formavam seus times particulares e disputavam partidas de futebol entre as várias colônias do Bairro. No riacho tinha vários poços onde os rapazes e criançada nadavam. Também tinha muitos peixes naquele rio onde pescávamos com anzol e com peneira. Nos pastos e mangueirões tinha muitas árvores onde a molecadas brincava e pulava de galho em galho. Caçávamos de estilingue e armávamos arapuca no brejo e na palhada para pegar saracuras, pombas, rolinhas, codornas e nhambus. Pulávamos amarelinha e subíamos em pau-de-sebo. À noite no pasto brincávamos de pega, balança caixão, rabo da raposa, e corríamos atrás de vaga-lume. No claro da porta da sala no terreiro, brincava de claro-e-escuro, brincava de cobra-cega e passar anel. Jogávamos tômbola, filipe de café, bolinha de vidro, trilha de encantoar, trilha dos nove, trilha da onça, rodava pião, rodava arquinho. Nas festas juninas tinha grandes fogueiras, muita reza, chás e anizete. Muitas bombinhas, foguetinhos e busca-pés, e malhação no juda.
Em frente a colônia do Henrique Paro tinha uma grande árvore onde à noite os homens se reuniam para contar causos e piadas. Nessas rodas de conversas a molecada era excluída, ficavam correndo e brincando pelo gramado do pasto, mas como moleque é arteiro viviam correndo em volta da árvore só para escutar as piadas que os homens contavam. Alias, todas as colônias tinham um ponto para a roda de conversas, citei este como exemplo.
Os pontos de encontro do povo em geral do bairro, e circunvizinhos, eram: no armazém, na Igreja e no campo de futebol.
Então por tudo isso este lugarejo foi denominado Bairro Monte Belo.
03 de agosto de 2011/ Nestor de Oliveira Filho

A Igreja de N. S. Aparecida




 da autoria de Nestor de Oliveira F° 
Capela N. S. da Conceição Aparecida de Monte Belo

 Monte Belo, os pés de chorão em frente à Igreja - 1962 
foto cedida por Nestor de Oliveira F°

 Igreja de N. S. da Conceição Aparecida - hoje e em 1962 - Todos os anos a Igreja de Monte Belo ganhava alguns bezerros e garrotes dos fazendeiros da região para serem leiloados na quermesse, e o leiloeiro sempre era o Zanete, que aparece numa das fotos do fubebol, abaixo.

Marinisa Paro, Paulo Ricardo Paro, Nilza Spechoto Paro

 Monte Belo - 2010 

foto de autoria de Nestor de Oliveira F°





2014 - por Renata Paro:








foto de Marilena Paro

 foto de Marinisa Paro





 Família Paro (ao lado da Igreja do Monte Belo), 
identificados por Eleutério Paro 
da esquerda para a direita: 

1: ? / 2: Giácomo Paro / 3: Benedito Paro / 
4: Padre Jaime Garzaro / 5: ? / 6: Luiza Cardini (não tem certeza) / 7: Ângelo Paro / 8: Ernesto Benedito Paro / 9: Antonio Benedito Paro


 Pe. Jaime rezou a primeira missa quando da 
inauguração da Igreja do Monte Belo, em 15 de dezembro de 1926

 Antonio Paro - Pe. Geraldo Maria de Oliveira - João Paro - 1954 - foi com esse missionário e nessa data que eu NOF fiz a primeira comunhão


 1960- Congregação Mariana do Monte Belo










 Festa de N. S. Aparecida - outubro/2011

Festa de N. S. Aparecida - 12/10/2011
Fotos de Antonio Paulo Paro e do site da Paróquia da Colina - http://www.saojose-missionarios.com


 Nestor de Oliveira F° / Marinisa Paro Badessa /Isabel Cháboli Paro








 1958: Rosane Paro Webber Cauduro 
em frente à Igreja do Monte Belo

LUIS ERNESTO PARO - HELENA E FILHOS...
FAZ MONTE BELO


FAZ MONTE BELO



Nestor Oliveira Zenaide Paro: casa do vovô Paro e da Capela de Monte Belo. Essa pintura é do ano de 1987, feita através das fotos que minha cunhada tirou. Foi pintada em tela por um pintor carioca... Todas as vezes que vou no Rio eu paro em frente a essas telas e fico contemplando e meditando sobre essas paisagens, nessa vez eu fiquei mais de meia hora em frente delas relembrando como fui feliz nesse lugar. Esses dois prédios tem um significado muito grande na minha vida.






Fazenda Monte Belo - Antonio Benedito Paro e o antigo campo de futebol 

colônia das fazendas de Antonio e Giácomo Paro, 1957









 bar, forno e churrasqueira das antigas quermesses dos anos 50

 2001- José Mario Tonus na casa do sítio que era de seu pai, Guerino Tonus
 Monte Belo - casa Fazenda Henrique Paro
foto cedida por Nestor de Oliveira F°


 Ao lado dessa casa tinha uma outra de madeira onde nasceu Zenaide Paro Tonus na década de cinquenta.
 Nesta casa quando construida morou por décadas o Sr Humberto Camolez. Waldomiro 'Paro' Camolez nasceu neste sítio e seu filho (José Roberto Camolez), que é sobrinho do Nestor de Oliveira F°, nasceu nesta casa em 1961








Monte Belo - canavial e seringal da fazenda de Antonio Paro Filho (Toniquinho).

Em 1915, Benedito Paro construiu uma escola na fazenda para seus filhos e os filhos dos colonos, tendo contratado uma professora particular.

 primeira escolinha da Fazenda, 1937 - Profa. D. Margarida Boller Souza Paro (nora de Giácomo Paro) e seus alunos


Grupo Escolar do Monte Belo - D. Ercília do Nascimento Paro e alunos


 Formandos do Grupo Escolar no ano de 1957:
1) Antonio José Alves, 2) Nestor de Oliveira Filho, 3) José Mário Tonus, 4) , 5) , 6) , 7) , 8) , 9) Agenor Damascena, 10) Ismênia Damascena, 11) Rosa Maria Paro, 12) Luzia Hespanhol
Foto dos arquivos da Marilda Regina Paro

 arquivo pessoal de Hortência Favaretto Paro
No ano de 1915 o Sr. Benedito Paro construiu em sua fazenda uma escola e contratou por sua conta uma professora para dar aulas aos filhos dos colonos. O primeiro prédio da Escola foi de madeira. Anos mais tarde construiu outro de tijolos e, em 1953, seus filhos Antonio e Giácomo doaram uma gleba de terra ao Estado e por intermédio de seu neto João Paro "Piquira" o Estado construiu o Grupo Escolar que foi inaugurado em 1954. Essa Escola foi fundada por Benedito Paro. Uma das alunas é Hortência Favaretto Paro

 Grupo Escolar de Monte Belo - Antonia, Vera Paro, Maria Conceição, Zenaide Paro Tonus, Maria Eugênia Paro, Maria Frauzina, Nadir Cestari, Maria Aparecida Conte




Grupo Escolar de Monte Belo - primeira filha ajoelhados o 1 é José Antonio Tonus, 2 José Crepaldi, 3 Antonio José Paro, 7 Aldenir Paro, 8 Lídia de Oliveira, 9 Maria Aparecida Fogalli, o senhor atrás das meninas e do lado direito da professora é o Diretor Sr. Nivaldo de Paula Souza


Festão debaixo da Figueira da Fazenda Monte belo

(Rosane Paro Calil)
FESTA DO CASAMENTO DA ANA MARIA PARO, FILHA DO ARMANDO PARO E LUIZINHA PARO- FILHA DO TIO ERNESTO BENEDITO PARO

Ana Maria Paro Ricardo: foi no dia 12 de maio de 1973. Foi uma festa muito bonita, pena que estava muito frio, nossa turma aproveitou muito.







 Hoje aqui funciona a Comunidade Terapêutica Terra Santa





 Antigo rádio da Fazenda
 Antigo órgão da Capela de Monte Belo


 fogão a lenha, Monte Belo - Valdemar Vello

 Cachaça Piraporanga tipo exportação - Monte Belo/Cachoeira




1956 - neste documento esta estipulado que o empregado cuidaria de 5054 cafeeiros.
Que o empregador forneceria gratuitamente ao empregado:
- meios de transporte para ele, sua família e bagagens da estação mais próxima até a fazenda
- casa de moradia recentemente caiada e preenchendo as condições higiênicas indispensáveis à vida rural
- pasto para grandes animais na proporção da empreitada do empregado e sua família
- terras para o plantio de mantimentos fora do cafezal proporcionalmente aos números de 2 alqueires (1) a cada 8000 pés de que trata o empregado e sua família.
- terreno para o plantio de hortaliças e pequena criação junto à casa de moradia
O empregado (mediante os salários adiante estipulados) obriga-se:
a) a conservar o cafezal a seu cargo sempre no limpo, dando para isso o número de carpas necessárias.
b) a cuidar assiduamente das desbrotas.



















1932
Em pé: 3 João Henrique Paro,
Agachados: 2 Armandão Paro, 3 Américo Paro, 4 Emílio Paro, 5 João Pedro Paro, deitado Chico Martins
foto dos arquivos de Cláudio Paro


 Foto dos arquivos de Emílio Paro - anos 1940 - Em pé: Santo Paro, José Conte, João Pedro Paro, Pedro Carioca, ?,
Agachados: Antonio Zari, João Alves, Pedro Paro Filho, José Antonio Paro, Zequinha menino, deitado Alonso Paro


 Jogo na Fazenda Capituva
Juiz, 2 Antenor Alves, 3 Moacir Favaretto, 4 Amilcar Vickini, 5 Joanim Meneguello, 6 Aimar Paro, 7 Antonio Paro Filho, Agachados: 1 Olimpio Paro, 2 Aurelinho Paro, 3 Eleutério Paro, 4 João Ernesto Paro, 5 Tarzã, 6 Ernesto Tonelli, proprietário da fazenda Capituva.


 Foto dos arquivos de Cláudio Paro - Futebol Monte Belo - Em pé José Antonio Paro (Bepim)- Antonio Paro Filho (Tuniquinho) - Joanim Meneguello- Lupércio Luiz Paro (caminhão)- Alonso Paro- Antenor Alves Moreira- Palmiro Paro - Joanim Malpica - Ismael Martins - Mário Martins- Aurelinho Paro- Eleutério Paro- Antonio (Toni) Malpica - Durvalino Guidolim

 Equipe de Futebol Veteranos do Colina Atlético: Zanete, José Carlos Destri, Dego, Adelino Basso, Antonio Daher, Salomão Cury, Antonio Alves Garcia, Aymar Paro, Pedrinho Palmieri, Cury
Agachados: Felício Látaro, Nego Abdala, Moacir Vizzoto, Piquira, Mário de Felício, ?, Chico Tornelli
Todos os anos a Igreja de Monte Belo ganhava alguns bezerros e garrotes dos fazendeiros da região para serem leiloados na quermesse, e o leiloeiro sempre era o Zanete


Futebol Monte Belo 1953, Em pé, João Colombo, Lupércio (Caminhão), Alonso, Tonico, João Benedito, Alfredo, Antonio Marini (de chapéu), Antonio Neném Paro, Afonso Malpica, Eleutério, Ismael Martins e João Ernesto Paro.
Foto dos arquivos de Eleutério Paro


 Em pé: Tonico, João Benedito, Adalto, Armandão, Caminhão, João Colombo, Agachados: Neném, Afonso, Piquira, João do Ernesto e Otávio Marin

 Monte Belo 1950.
Em pé esq. p/ dir. João Fogali, João Batista Paro, João Toreli, Eleutério Paro, João Malosti, Olívio Lavezzo, José Toreli e Mário Conti. Agachados esq p/ dir. Benoni Buzetto, José Morelli, Arcísio Veckini, Olindo polizelli, Henrique Sperque.
foto cedida por Nestor/Zenaide Paro Tonus de Oliveira F°




futebol, 1952 - Valdemar Vello
Zezito Simões, João Henrique Paro, Dego Somaio, Romano Girardi, Marino Sapateiro, Pedro Paro, Shimidt Ivamoto, Zaidem, Benedito Abdala, Aurélio Paro, Ismael Martins, Eleutério Paro, Alfredo Malpica, Charutinho e Nique










 Nestor Ezequiel e Viviane F. Sperque - ao fundo, à esquerda, se vê a Igreja do Monte Belo







Procissão e Missa 12/outubro/2011
Fonte: Site da Paróquia de Colina:




fotos de Pedro Paulo Paro
 

  



 Nestor de Oliveira F° / Marinisa Paro Badessa / Isabel Cháboli Paro
 Altar da Igreja de Monte Belo 12/10/2011



 E tem mais sobre o Monte Belo...
os livros, também disponíveis nos links abaixo:

 









Família Tonus e sua história, por José Mario Tonus




No filme sobre Colina, há uma parte sobre o Monte Belo
versão José Mario Tonus



Filme Monte Belo, de Nestor de Oliveira F°





Família Paro do Monte Belo, por José Mario Tonus
Boi Soberano

e tem ainda mais, clique nos links:



nos blogs e albuns cujos links estão na coluna da direita: blogs, sites e albuns sobre Colina...

Esta postagem é mérito do Valdemar Vello, do José Mario Tonus, do Nestor/Zenaide Paro Tonus-de Oliveira F°, juntamente com seus sobrinhos Luiz e Henrique, que cederam as fotos e as valiosas informações sobre o bairro do Monte Belo.

da família Paro houve 3 prefeitos:
 João Adhemar Paro, nasceu no bairro Monte Belo, no municipio de Colina o dia 22/12/1933 filho de João Pedro Paro e Maria Paro, teve participação ativa no Rotary Club e foi Prefeito Municipal de 02/01/1964 a 02/02/1969 e em duas outras oportunidades: 11/07/1966 a 10/08/1966, e de 02/01/1968 a 30/11/1968.


 João Paro, filho de Antonio Paro e Eugênia Girardi Paro, nasceu em 14/12/1923, e recebeu esse nome em homenagem ao seu irmão que morreu aos 16 anos em Gênova, na Itália em 1904. Tornou-se Prefeito de Colina no periodo de 03/01/1960 a 01/01/1964 e assumiu a prefeitura em mais duas oportunidades: de 05/01/1962 a 19/01/1962 e de 03/09/1962 a 02/10/1962.

João Henrique Paro Jr. (23/mar/2000 a 31/dez/2000)